Soja melhora IDH de regiões produtoras

Benefícios gerados pelo grão melhoram condições socioeconômicas de muitas cidades. A expansão da soja pelo interior do País vem contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico das regiões produtoras, fazendo com que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das cidades que produzem o grão se situe entre os mais elevados do País.

Em 1970, o Brasil produzia apenas dois milhões de toneladas de soja. Na temporada atual 2012/13, a colheita superou 80 milhões de toneladas, que foram cultivadas numa área plantada que se mostrou constante nos últimos 40 anos. Ou seja, os ganhos foram de produtividade, impulsionados, especialmente, pela profissionalização dos produtores e pela incorporação de tecnologias, como a biotecnologia.

Este recorte dos benefícios da soja para o País consta de estudo, elaborado pelo economista da MB Associados, José Carlos Mendonça de Barros, divulgado nesta semana [terça-feira, 11], em São Paulo (SP), durante o seminário “Caminhos da Soja no Brasil”, realizado pelo jornal “Valor Econômico”. 

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CNA e Fórum Econômico Mundial se unem em parceria pelo agronegócio

Acordo firmado entre as duas entidades prevê a criação de uma agenda de desenvolvimento do setor e a transferência de tecnologia para a África. Uma parceria, acertada entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Fórum Econômico Mundial pode dar início a um novo plano estratégico para o agronegócio brasileiro. O acordo firmado entre as duas entidades prevê o desenvolvimento do agronegócio, por meio de um projeto que inclua a criação de uma agenda e também um programa de transferência de tecnologia para o continente africano. A pedido da presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, o Fórum concordou em utilizar sua experiência para redigir a agro-agenda que responda às demandas comuns dos quatro elos da cadeia que compõe o agronegócio brasileiro -  insumos, produção, industrialização e comercialização. O objetivo desse texto, que terá como horizonte 2020, é estabelecer e organizar ações para desenvolver o setor.

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A verticalização da citricultura é boa para quem ?

Nos últimos anos, houve grande aumento na produção própria de laranjas pelas indústrias e, embora não haja estatísticas, acredita-se que elas produzam em suas fazendas cerca de 40% das matérias primas que necessitam.

Aproxima-se o início de uma nova safra na maior região produtora de laranja do mundo e o citricultor planeja o próximo ano. Há adubos e defensivos para encomenda mão de obra – cada vez mais difícil- para contratar e contas para pagar. As análises químicas de solo e folhas estão chegando dos laboratórios. O produtor visita viveiros para adquirir as mudas que substituirão plantas e talhões que já não produzem bem. Inspeciona o pomar preocupado com o avanço do HLB e do Cancro Cítrica É hora de analisar os números. O primeiro semestre é um período de planejamento e expectativa. O citricultor sabe que sem boa produtividade não haverá Lucro. Mas o lucro também depende do preço da laranja.Como planejar, investir e arcar com os custos da tecnologia sem saber se o produto será bem remunerado? 

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Os desafios da gestão no agronegócio

Maior exportador do mundo de carne bovina, líder na produção mundial de laranjas e segundo colocado nas exportações mundiais de soja, o Brasil é sem dúvidas uma das potências do agronegócio. Mas não basta só aumentar a produção e viabilizar as exportações.Para continuar na dianteira do mercado internacional, conceber um projeto de liderança para o longo prazo faz parte dos atuais desafios do campo verde e amarelo. Para discutir essa questão, empresários, pecuaristas e produtores rurais se reuniram nesta quarta-feira (19), no pavilhão da Feicorte, em São Paulo, para o simpósio Encontro de Líderes: governança para programas de fidelidade. 

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Clima desfavorável provoca perdas na colheita do café conilon no ES 

A colheita do conilon está terminando no estado.O preço está bom, mas o clima não ajudou muito.São poucas as lavouras que ainda têm café para ser colhido. Em São Gabriel da Palha, noroeste do Espírito Santo, a colheita do conilon começou mais cedo este ano.

Na lavoura do produtor Romário Medeiros, o trabalho de retirada dos grãos está sendo feito há dois meses. “Nós ficamos preocupados porque os grãos estavam amarelando já”, diz. Neste mesmo período do ano passado, a colheita do conilon no estado ainda estava na metade. Já este ano, a realidade é bem diferente. Ainda no início de junho, a safra já está no fim.

Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa, acessando o link: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/06/clima-desfavoravel-provoca-perdas-na-colheita-do-cafe-conilon-no-es.html

Jovens ganham dinheiro vendendo o fruto mais desejado da mesa brasileira: o tomate 

Ganhar um bom salário e também ter qualidade de vida. É isso que tem atraído cada vez mais gente para o interior de São Paulo.Vender tomates e instalar aparelhos de ar condicionado. O que será que essas pessoas têm em comum? Ganhar um bom salário e também ter qualidade de vida. É isso que tem atraído cada vez mais gente para o interior de São Paulo.

Em cidades como São José do Rio Preto, por exemplo, depois de um dia cansativo de trabalho, dá para apreciar uma bela paisagem, bem pertinho do centro da cidade. A represa é um refúgio e quem vai para lá nunca está sozinho.

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Profissionais qualificados são disputados nas lavouras do Mato Grosso

 Hoje, as fazendas da região funcionam como se fossem empresas. Têm diferentes setores que desenvolvem atividades bem específicas com metas a cumprir.

A paisagem é dominada por grandes fazendas, com lavouras a perder de vista. Terra fértil, bonita que só ela, que traz riquezas e empregos. Mato Grosso é conhecido como o celeiro do Brasil.

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 OIE reconhece Brasil como livre de peste equina 

A reunião da 81ª Sessão Geral da Assembleia Mundial de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) definiu nesta terça-feira, 28 de maio, duas resoluções favoráveis ao Brasil. A primeira, nº 20, mantém o status de risco insignificante para Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) – mais conhecida como “vaca louca”, enquanto a segunda (nº 21) reconhece o país como livre de peste equina. O encontro ocorre em Paris e termina na próxima sexta-feira (31). Para o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, as duas resoluções são novas demonstrações de confiança da comunidade internacional nos sistemas de prevenção adotados pelo Brasil. “A qualidade do sistema de defesa implementado no país foi reafirmado pelas medidas aprovadas pelas nações que fazem parte da OIE”, afirmou.

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Agricultura puxa alta do PIB, mas infraestrutura limita crescimento

Filas de caminhões e montanhas de grãos à céu aberto denunciam o problema logístico que abocanha parte da produção do país vindo do agricultura. No primeiro trimestre deste ano, o setor puxou o crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, expandindo 9,7% em relação ao trimestre anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (29) pelo IBGE. A alta na agricultura foi a maior desde o segundo trimestre de 1998, quando bateu 13,9%. Na comparação com o mesmo trimestre de 2012, a expansão foi de 17%, a maior da série histórica do IBGE, que tem início em 1996.

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A planta pode ser transgênica, mas o fruto vai ser convencional 

Pesquisas realizadas pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia estão expandindo as fronteiras para a área de transgênicos. Uma das tecnologias desenvolvidas permite produzir uma planta transgênica que dê frutos com características de convencionais; ou seja, sem a proteína da transgene. Na edição de junho da revista Globo Rural você lê a entrevista completa com a coordenadora do projeto, Juliana Dantas de Almeida. Ouça o comentário:

Para visualizar a notícia completa, e para ouvir o comentário acesse o link: http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0%2c%2cEMI338594-18077%2c00-A%20PLANTA%20PODE%20SER%20TRANSGENICA%20MAS%20O%20FRUTO%20VAI%20SER%20CONVENCIONAL.html

Minas Gerais institui vazio sanitário do feijão para combater a mosca branca 

Dezoito municípios mineiros devem cumprir a ordem de vazio sanitário do feijão de setembro a outubro deste ano. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) instituiu em Minas Geraiso vazio sanitário do feijão, com o objetivo de controlar a mosca branca, uma das pragas mais prejudiciais para produtores de grãos. O período do vazio sanitário do feijão será realizado de 15 de setembro a 25 de outubro. Nesse período, não poderá existir nenhuma planta viva de feijão nas propriedades localizadas nos municípios incluídos no vazio sanitário. A exceção se dá nas áreas onde o plantio é destinado à pesquisa científica ou à produção de semente genética.

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Compra de propriedade rural deve levar em conta sua gestão

De acordo com Antônio da Luz, assessor econômico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Rio Grande do Sul (Senar/RS), muitos brasileiros têm o “sonho medieval” de adquirir terras somente por adquirir. Só que a história não funciona assim. Primeiramente, o investidor deve ter em mente que a compra de terras só será um bom negócio se vier acompanhada de conhecimento de gestão e vontade de aprender ainda mais.

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Hortifrutis mais caros e commodities em baixa, aponta FAEMG 

O fator climático foi responsável pela queda de produção e maior valorização, ao produtor, de itens de hortifrutis, arroz e feijão. A avaliação é do coordenador da Assessoria Técnica da FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), Pierre Vilela, responsável pelo acompanhamento mensal do Índice de Preços Recebidos pelo Produtor Rural Mineiro (IPR/MG), realizado pela entidade. Este e outros indicadores do agronegócio foram divulgados nesta quinta-feira (16/5) pela FAEMG e estão disponíveis no portal www.sistemafaemg.org.br.

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Associação de mulheres faz sucesso com receita de biscoito em MG 

As mãos já estão mais que treinadas: quebram ovo, peneiram a farinha, preparam a massa. E nem precisa de receita! As medidas, elas já sabem de cor e trazem de gerações. A habilidade dá rapidamente o formato da rosquinha de nata, a preferida nas feirinhas do município de Santos Dumont, na Zona da Mata Mineira.

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O crescimento e o desafio da prestação de serviços na pecuária de leite 

Nos últimos anos, linhas de crédito foram criadas e uma gama de facilidades foi gerada para impulsionar a economia em diferentes segmentos. No setor agropecuário não foi diferente. No passado conversávamos com produtores que se queixavam não ser possível crescer pela dificuldade em se adquirir máquinas e equipamentos de ponta a preços acessíveis. Essa realidade mudou. O desempenho e crescimento de feiras, como a Agrishow (Ribeirão Preto-SP) reconhecida como a grande oportunidade anual para realização de bons negócios, provam a força do setor. Com a redução dos juros pelo Governo Federal e política de taxas para bancos públicos como Caixa Federal e Banco do Brasil temos diferentes pacotes disponíveis e opções de financiamentos. Desde recuperação e reforma de pastagens ao manejo conservacionista do solo; projetos envolvendo melhorias e proteção ao meio ambiente e programas para compra de matrizes com taxas e prazos bastante interessantes.

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Clima provoca atrasos na safra americana de grãos

Os Estados Unidos são os maiores produtores de milho do mundo. O que acontece por lá mexe com os preços em todo o planeta. O analista de mercado Antônio Sartori está acompanhando o cenário da safra e explica que o plantio está bastante atrasado. Até a semana passada apenas 5% estavam plantados, em média, hoje 12% da safra foi plantada, mas o aumento corresponde apenas aos estados do Sul do país.

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Primeira cultivar de café da Embrapa será comercializada 

A cultivar de café Conilon BRS Ouro Preto é resultado de 15 anos de pesquisa conduzida pela Embrapa Rondônia. A nova variedade tem potencial para aumentar a produtividade e promover a sustentabilidade econômica e social de mais de 40 mil pequenas propriedades de cafeicultores em Rondônia e poderá ter sua recomendação estendida para outras regiões produtoras do País. A produtividade média do café em Rondônia é de 11 sacas/ha, enquanto a da Conilon BRS Ouro Preto é de até 70 sacas/ha. As mudas da BRS Ouro Preto devem começar a ser vendidas aos cafeicultores do Estado no prazo de um a dois anos.

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Gedeão Avancini Pereira: com a terra valorizadae a alta dos grãos, a única saída é a integração dos sistemas

No dia 5 de abril foi realizado o Beef Summit Sul, em Porto Alegre – RS. O evento foi organizado pelo BeefPoint, em parceria com a Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB). O Beef Summit Sul reuniu nomes de sucesso do agronegócio para discutir e debater os rumos da pecuária de corte no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. 


Falta de mão-de-obra em GO obriga investimentos em mecanização

A máquina de R$ 1 milhão colhe cenouras na fazenda em Cristalina no leste goiano. A novidade chegou há pouco tempo e veio para resolver um problema que vem se agravando, a falta de mão-de-obra no campo. Só de cenoura são 300 hectares plantados e para colher uma área tão grande, o jeito foi importar a máquina da França.

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Em GO, tecnologia ajuda a aumentar a produção de cebola

Os canteiros de cebola ganham forma na fazenda em Cristalina, região leste de Goiás. Para ter o formato preciso, a propriedade investiu R$ 300 mil em tecnologia de ponta. A máquina, controlada por satélite, faz cada canteiro com praticamente o mesmo tamanho. A diferença entre um e outro não chega a dois centímetros. Além da tecnologia para deixar os canteiros com formato praticamente perfeitos, este ano, eles estão maiores e passaram de 1,75 metro de largura para 1,95 metro. Os 20 centímetros de diferença devem dar um ganho na produtividade.

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Política de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é aprovada

A Presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou no dia (30) lei que institui a Política Nacional de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. A norma tem como objetivo, aperfeiçoar a produtividade e qualidade dos produtos utilizando sistemas sustentáveis de exploração que integram atividades agrícolas, pecuárias e florestais. 

Para visualizar a notícia completa acesse o link: http://www.atividaderural.com.br/index.php?pagina=ler&noticia=6319

Dejetos de animais deixam de ser problema para virar oportunidade de renda

Nos últimos anos, os dejetos de suínos e aves deixaram de ser o principal problema da produção nas pequenas propriedades e indústrias e viraram uma solução lucrativa para o negócio. Com o desenvolvimento das tecnologias de biomassa, este material passou a ser transformado em energia elétrica para caldeiras, adubo orgânico, papel e biofertilizantes. O tema será discutido na Feira de Biomassa & Bioenergia, realizada em conjunto com a AveSui 2013, realizada entre os dias 14 a 16 de maio, em Florianópolis (SC).

Para visualizar a notícia completa acesse o link: http://www.atividaderural.com.br/index.php?pagina=ler&noticia=6330

Plantio direto melhora  produtividade em até 20%

A produção agrícola sem preparo do solo é tão antiga quanto a própria agricultura e persistiu até que os egípcios, a uns 6.000 anos atrás, inventassem o arado de madeira arrastado por bois. Estamos falando do Sistema de Plantio Direto (SPD), um método diferenciado de manejo visando diminuir o impacto da agricultura e das máquinas agrícolas sobre o solo. 

Para visualizar a notícia completa acesse o link: http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?tit=plantio_direto_melhora_produtividade_em_ate_20&id=92472

Calendário de vacinação contra aftosa é alterado 

Os estados do Rio Grande do Norte, Sergipe e Alagoas, além de parte dos municípios de Minas Gerais e Pernambuco, terão alterações no calendário da primeira etapa de vacinação contra a febre aftosa, que começa nesta quarta-feira, 1º de maio. A informação foi divulgada por meio de nota técnica pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


Política de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é aprovada

A Presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou hoje (30) Lei que institui a Política Nacional de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. A norma tem como objetivo aperfeiçoar a produtividade e qualidade dos produtos, utilizando sistemas sustentáveis de exploração que integram atividades agrícolas, pecuárias e florestais. A Lei prevê a recuperação de áreas degradadas e a redução dos desmatamentos por meio dos sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta.

Para visualizar a notícia complete acesse o link: http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2013/04/politica-de-integracao-lavoura-pecuaria-floresta-e-aprovada

 

 O desafio da gestão

No final do ano passado, dei uma palestra no Congresso Internacional do Leite, em Goiânia, sobre os desafios da cadeia do leite sob a visão do produtor. É um tema complicado, até porque não sou produtor e não vivo as dificuldades do dia-a-dia da atividade.É evidente que são muitos os desafios, a começar pela imprevisibilidade do mercado, pela ausência de infra-estrutura adequada em muitas regiões, pela ausência ou insuficiência de políticas públicas que sejam adequadas ao momento atual. Tudo isso, porém, faz parte do negócio e não é exclusivo do leite. Fazer negócios no Brasil não é fácil em nenhum segmento, a não ser que você tenha canais privilegiados de acesso a informação e facilidades que, infelizmente, prevalecem no Brasil desde a época de colônia.

Para visualizar o editorial completo acesse o link: http://www.milkpoint.com.br/cadeia-do-leite/editorial/o-desafio-da-gestao-83566n.aspx

Comércio exterior do arroz ajuda a equilibrar o preço no mercado interno 

O Rio Grande Sul é responsável por 65% da produção de arroz do Brasil e colhe em média, 8 milhões de toneladas do grão. Uma parte da colheita vai para fora do Brasil, 56 países compram o arroz produzido no estado. Em quatro anos, a quantidade exportada quase dobrou, crescimento que incentiva as empresas do setor a ampliar os negócios.O preço e a qualidade do cereal produzido atraem empresários estrangeiros.

Para visualizar a reportagem completa acesse o link: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2013/04/comercio-exterior-do-arroz-ajuda-equilibrar-o-preco-no-mercado-interno.html

Famato cria projeto Futuros Produtores do Brasil 

Como estão os futuros herdeiros de propriedades ou negócios rurais do Brasil? Quais os rumos que esses jovens estão tomando? E quais os impactos de suas escolhas sobre os negócios da família? Estes são alguns questionamentos de quem sobrevive do agronegócio. Preocupada com o futuro dos jovens, filhos de produtores e empresários rurais, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) criou o projeto Futuros Produtores do Brasil. O objetivo é fazer com que os jovens visualizem as inúmeras oportunidades de carreira que existem na agropecuária nacional.

Para visualizar a reportagem completa, acesse o link: http://www.sistemafamato.org.br/site/noticia_completa.php?id=233876

Unidos para regularizar cadeia produtiva da carne

Cuiabá – Vinte e seis frigoríficos dos estados de Mato Grosso, Rondônia e Amazonas estão sendo processados pela compra e comercialização de carne de gado criado ilegalmente, às custas de devastação florestal, trabalho escravo e violação de direitos indígenas. Juntas, as ações somam cerca de R$ 556,9 milhões em pedidos de indenizações por danos morais ambientais e sociais.

As ações foram ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT), pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Segundo informações do MPF, a atuação conjunta das instituições demonstra a busca por um padrão de governança socioambiental no país. “O Ministério Público procura prestigiar os produtores que trabalham de forma legal. Eles não podem ser prejudicados por uma minoria que atua à margem do direito, à margem da lei”, ressaltou o procurador da República Leonardo Macedo, do MPF em Mato Grosso.

Safra Brasileira de Grãos 2012/13 -  6º Levantamento da Conab

De acordo com o 6º levantamento divulgado pela Conab, a produção brasileira de grãos foi estimada em 183,6 milhões de t na safra 2012/13, sendo 10,5% ou 17,4 milhões de t superior ao volume produzido em 2011/12 e 0,8% inferior à registrada no relatório de fev/13. Esta revisão para baixo ocorreu, principalmente, em função da queda na produtividade da soja na região Centro-Oeste, ocasionada pelo excesso de chuvas ao longo do período da colheita. Para a área plantada, é esperada uma expansão de 4,1% em relação ao ciclo anterior e uma estabilidade na comparação com a estimativa de fev/13, devendo totalizar 53 milhões de ha. A produtividade média da safra 2012/13 deve registrar um crescimento de 6,1% sobre 2011/12, chegando a 3,46 t/ha.

Para visualizar o boletim completo, acesse o linkhttp://www.fiesp.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Informativo-Deagro_Safra-Brasileira-de-Gr%C3%A3os-2012-13-6%C2%BA-levantamento.pdf


 

Projeto da UnB Planaltina sobre extrativismo sustentável de frutos do cerrado é premiado

Coordenado pela professora Janaína Diniz, trabalho em assentamento rural é um dos oito premiados na categoria Universidade Solidária

Por Débora Cronemberger - Secretaria de Comunicação da UnB em 26/11/2012

Um projeto que propõe o extrativismo sustentável de espécies do cerrado como estratégia de conservação do bioma e de complementação de renda de agricultores familiares rendeu à Universidade de Brasília uma conquista nacional. Coordenado pela professora Janaína Diniz, da Faculdade UnB Planaltina, o trabalho concorreu com mais de 1.200 projetos de todo o País e foi um dos oito agraciados - o único do Centro-Oeste - com o prêmio Santander Universidade Solidária. É o primeiro prêmio nacional conquistado pela Faculdade de Planaltina, um dos novos campi da UnB.

Com a premiação, a equipe coordenada por Janaína receberá R$ 50 mil para continuar o trabalho iniciado há cerca de dois anos junto ao assentamento Márcia Cordeiro Leite, situado na antiga fazenda Monjolo, a 15 km do campus de Planaltina. “O prêmio é uma grande conquista e resultado de muito esforço coletivo. Foi uma alegria receber essa notícia, pois havia projetos excelentes do Brasil inteiro que concorriam conosco”, conta Janaína Diniz, professora do curso Gestão do Agronegócio da FUP.

O nome do projeto premiado da UnB é Agregação de valor às espécies vegetais nativas do cerrado em áreas de reserva legal de produtores familiares do Distrito Federal e Entorno, mas ganhou o nome-síntese de Pequisação, em referência ao pequi, um dos frutos típicos do cerrado. Criado em 2010, o projeto executado pela UnB chegou a trabalhar, no início, com três comunidades de assentados rurais. Ele foi viabilizado pelo suporte financeiro do CNPq e do Decanato de Extensão da Universidade – onde é um Projeto de Extensão de Ação Contínua (PEAC) - e pela parceria com a Emater-DF, a Embrapa Cerrados, o Instituto Federal de Brasília e a Universidade Católica.

O Pequisação representa uma retomada, com nova configuração, do tema de extrativismo que Janaína abordou durante o doutorado, concluído em 2008 no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da UnB. Natural de Belém, Janaína pesquisou o extrativismo da castanha do Brasil, também conhecida como castanha do Pará, produto típico da floresta amazônica. “É a única castanha sem um sistema de produção nacional que é comercializada no exterior”, diz Janaína, que buscou avaliar uma nova configuração local para a cadeia produtiva regional.

NOVO FOCO - Em 2009, Janaína foi aprovada em concurso para ser docente da UnB. Embasada por sua formação em Engenharia de Alimentos, em Viçosa, e pela experiência das aulas sobre canais de distribuição de produtos alimentícios, Janaína retornou ao tema do extrativismo, desta vez com foco na realidade específica do cerrado. Ao preparar o envio do projeto para concorrer ao Prêmio Santander Universidade Solidária, a equipe da UnB resolveu centrar as atividades no assentamento Monjolo, onde há cerca de 80 famílias.

A equipe coordenada por Janaína - que reúne professores e estudantes de cursos como Gestão do Agronegócio, Gestão Ambiental e Educação do Campo - realizou um mapeamento dos principais locais de origem de frutos do cerrado e das demandas específicas dos estabelecimentos do ramo alimentício. O objetivo é estimular novas parcerias, que possam gerar renda para a comunidade. Com esse mapeamento, o projeto criou uma cartilha, para divulgação em restaurantes, informando onde os frutos do cerrado podem ser encontrados, garantindo maior divulgação do trabalho de cooperativas de assentados. A cartilha inclui receitas com frutos do cerrado.

O professor Rudi Henri van Els, do curso de Engenharia de Energia da Faculdade UnB Gama, onde é coordenador de Extensão, apóia o projeto Pequisação na área de infraestrutura. “Quando visitei o assentamento, o que me chamou a atenção foi o fato de várias famílias do Distrito Federal sobreviverem de forma quase invisível. Eles estão em um assentamento rural onde não tem água nem energia. É inaceitável que isso aconteça, especialmente numa área vizinha à capital do País”, analisa.

RECURSOS - O prêmio de R$ 50 mil será usado, de acordo com Janaína, para um trabalho, junto ao assentamento, de desidratação de frutos, como pequi, cagaita, jatobá e araticum. Os recursos também vão ainda ajudar a viabilizar algo que não foi possível na fase inicial do projeto. “O projeto era financiado somente como pesquisa. Agora, poderemos ajudar a aperfeiçoar a infraestrutura da área. Pretendemos colocar um ponto de energia e reformar a casa da fazenda para incentivar o turismo”, diz Janaína, que nessa terça-feira, 27, levará o troféu para a comunidade da fazenda Monjolo.

“Fico muito feliz com esse prêmio, que é um estímulo para o campus de Planaltina, integrado por uma equipe muito aguerrida, que atua para desbravar o potencial da área”, afirma a decana de Extensão, Thérèse Hofmann, que foi colega de Janaína no doutorado do CDS. “Projetos como esse são importantes para fortalecer a presença da UnB no Entorno e mostram que a sociedade, que nos financia, está ali para fazer a diferença.”

MISSÃO - Luiz Antônio Pasquetti, diretor da Faculdade UnB Planaltina, acrescenta que o projeto premiado se insere na missão principal da Faculdade, pois envolve a questão ambiental na formação de gestores do agronegócio. “O prêmio coroa um trabalho de pesquisa que está sendo feito em Planaltina e dá mais visibilidade à UnB, pois havia um grande número de bons projetos concorrendo”, afirma.

Janaína recebeu o prêmio Santander, em São Paulo, ao lado da assessora de Relações Internacionais da UnB, Ana Flávia Barros – ela representou o reitor Ivan Camargo, que participava de reunião da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior (Andifes).

O prêmio é concedido pelo Santander Universidades, braço acadêmico da instituição bancária, nas categorias Empreendedorismo, Ciência e Inovação, Universidade Solidária e Guia do Estudante – Destaques do Ano. Nesta 8ª edição do evento, foram premiados 21 projetos, que receberam mais de R$ 1 milhão, incluindo bolsas de estudo nos EUA. Para a atual edição foram inscritos, em todas as categorias, 10.252 projetos de 599 universidades, um número 67% a maior que em 2011.

Além da UnB, foram premiados na categoria Universidade Solidária projetos do Centro de Estudos Superiores de Maceió (CESMAC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e das universidades federais de Alagoas (UFAL), da Bahia (UFBA), de Ouro Preto (UFOP), do Piauí (UFPI) e de Viçosa (UFV).

Por Débora Cronemberger - Secretaria de Comunicação da UnB em 26/11/2012, disponível em:  http://www.unbciencia.unb.br/index.php?option=com_content&view=article&id=510:projeto-da-unb-planaltina-sobre-extrativismo-sustentavel-de-frutos-do-cerrado-e-premiado&catid=18:agronegocios

Agronegócio de MT é o que mais emprega e melhor remunera

O agronegócio é o que mais emprega em Mato Grosso, respondendo por 26,9% das contratações realizadas em 2012. No Brasil, a representatividade deste setor na geração de empregos é de 11%, sendo considerada baixa quando comparada a outros segmentos da economia nacional como serviços (33,3%), administração pública (19,2%) e comércio (17%). Os dados fazem parte de um estudo divulgado na quinta-feira (25.10), pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária e a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).

O ano de 2012 ainda não terminou e já foram gerados em Mato Grosso mais de 10 mil empregos formais somente no setor agropecuário, sendo a atividade que mais contratou no período. Enquanto a agropecuária concentra os trabalhos desenvolvidos dentro da propriedade, o agronegócio inclui também os serviços gerados antes e depois da porteira, ou seja, toda a cadeia de insumos, máquinas, implementos, serviços e pesquisa, assim como as indústrias de processamento, armazenagem e distribuição.

Segundo o presidente do Sistema Famato e do Conselho Deliberativo do Senar-MT, Rui Prado, os números reforçam a importância do agronegócio no estado. "Mato Grosso é o estado que melhor remunera os trabalhadores rurais. Nosso maior desafio é qualificar estes profissionais e o Senar-MT está trabalhando para isso. Estamos recebendo muita demanda para capacitação de mão de obra", observou Prado.

Os salários dos agrônomos, veterinários, técnicos trabalhadores rurais e da mecanização cresceram consideravelmente nos últimos dois anos. Um engenheiro agrônomo, por exemplo, recebia em 2010 o salário médio de R$ 3.450,00. Em 2011 este valor subiu 15% (R$ 3.950,00), representando um acréscimo maior do que a média nacional que foi de apenas 5%.

Outro destaque interessante da pesquisa foi que Mato Grosso ocupa o 1º lugar no ranking nacional dos melhores remunerações dos trabalhadores rurais e operadores de máquina. Enquanto no estado paga-se uma média de R$ 969,00 aos profissionais que trabalham no campo, no Paraná o salário para quem ocupa esta mesma função é R$ 869,00 (5º lugar no ranking brasileiro). Aos operadores de máquinas, Mato Grosso também é o estado que melhor remunera, R$ 1.387,00. Já no caso de Goiás, que está em 3º colocação no ranking, os operadores de máquinas recebem R$ 1.312,00.

"Os resultados apontam que o agronegócio é o motor da economia de Mato Grosso e isso fortalece, automaticamente, a geração de empregos no estado", afirmou o superintendente do Imea, Otávio Celidonio.

Confira AQUI a pesquisa completa.



Fonte: Ascom Famato


Curso de Gestão do Agronegócio da Universidade de Brasília fica entre os melhores da instituição, segundo avaliação do Guia do Estudante Abril 2013.

 

A Universidade de Brasília tem 27 cursos avaliados como cinco estrelas pelo Guia do Estudante Abril 2013, que chega às bancas no dia 25 de outubro. Dezenove cursos da UnB receberam quatro estrelas, totalizando 46 cursos avaliados. As cinco estrelas correspondem ao conceito "excelente" e quatro estrelas, "muito bom". Os novos campi da UnB têm um representante na lista dos cursos melhores avaliados: o curso de Gestão do Agronegócio, da Faculdade UnB Planaltina-FUP, que pelo segundo ano consecutivo conquistou quatro estrelas. No lançamento da publicação, a Editora Abril anuncia as melhores universidades do país em cinco categorias. No ano passado, a UnB ganhou Prêmio Guia do Estudante como melhor universidade em ciências humanas e sociais. Em 2011, 25 cursos conquistaram cinco estrelas, 20 receberam quatro estrelas e um, três estrelas.

O reitor José Geraldo de Sousa Junior celebrou o aumento no número de cursos bem avaliados e considerou particularmente notável o desempenho do curso da FUP, criado há seis anos. “É o primeiro curso dos novos campi a figurar muito bem ao lado de cursos tradicionais, confirmando nossa expectativa que a qualidade da UnB está presente na expansão e nos projetos dos novos cursos, em especial nos novos campi”, afirmou. “Essa avaliação mostra o que eu insisto em reforçar: não há periferia na UnB. A qualidade é completa no trabalho desenvolvido nos campi”, acrescentou.
Para o diretor interino da UnB Planaltina, Jean-Louis Le Guerroué, a visibilidade que essa avaliação gera para os alunos de Gestão do Agronegócio é muito positiva. “Esse curso é recente no Brasil e ainda desconhecido. É importante que os estudantes tenham conhecimento dessa opção. Como gestor do agronegócio, a atuação pode ser diversificada, em empresas, governo, cooperativas”, avaliou.

“A gente recebe com muita alegria essa avaliação. A popularidade desse guia é muito importante”, afirmou Reinaldo José de Miranda Filho, coordenador do curso em Planaltina. A graduação foi criada no início do campus, em maio de 2006, e trabalha com base em três eixos: produção de matéria prima, transformação, transporte e distribuição.

O decano de Ensino e Graduação da UnB, José Américo Garcia, também destacou a visibilidade que a qualidade dos cursos ganha com a publicação. “Quando o estudante vai prestar vestibular, normalmente compra esse guia nas bancas. Com essa publicação, os estudantes têm um acesso mais fácil a uma avaliação de melhor qualidade do que no caso de outros rankings”, observou.

A avaliação de cursos universitários do Guia do Estudante consiste em uma pesquisa de opinião feita por uma equipe de jornalistas com professores e coordenadores de graduação. São esses acadêmicos que emitem os conceitos que, no fim do processo, permitem classificar os cursos em bons, muito bons e excelentes. A avaliação é feita anualmente.

A graduação em Gestão do Agronegócio da FUP foi destaque, também, no ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), recebendo a nota máxima, cinco, da avaliação que considera o resultado obtido a partir da aplicação de prova aos alunos ingressantes e formandos. O exame avalia o desempenho em conhecimentos gerais e específicos.

Para Alberto Santos, diretor executivo da Comissão Nacional dos profissionais de Gestão do Agronegócio – PROEGA e Gestor do Agronegócio pela UnB/FUP, os resultados positivos surgem das iniciativas de professores comprometidos com o curso e da preocupação dos estudantes com o desenvolvimento da graduação, destacando ainda os benefícios da formação ao setor. “Nossa curso apesar do pouco tempo de existência já garantiu inúmeros resultados acadêmicos positivos e o setor do agronegócio vem ganhando importantes profissionais de gestão e articulação das cadeias produtivas agroindustriais” defendeu.

Para conhecer mais sobre o curso de Gestão do Agronegócio da UnB/FUP e de outras instituições como na Universidade Federal de Viçosa e Universidade Estadual de Campinas, acesse: www.proega.com.br


Fonte: PROEGA, adaptado da Secretaria de Comunicação da UnB.

Informações:
Site: www.proega.com.br
E-mail: comissaoproega@gmail.com   
Fone: (61) 9292-3769
 

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